segunda-feira, 10 de março de 2008

"Por que meu livro é sobre um homem que não sabe que vai morrer. E morre. Mas e se esse homem sabe que vai morrer e morre mesmo assim? Morre - morre dignamente, sabendo que ele poderia impedir, então - quero dizer, não é esse o tipo de homem que você quer manter vivo?"

Eu tive uma luz.
E ela vêm praticando se apagar nesses últimos dias.

walking
seccond chances
under the bridge
be be your love.


Por que eu me pego perdendo a cabeça às vezes.
Sinto saudade de lugares nostálgicos que eu nunca fui.
Me apaixono constantemente por quem eu nunca conheci, e sofro de amor de mão única.
Os demônios me alcançaram algumas vezes. Não importa mais os 200 metros em 2 minutos e 47 segundos. São montes de terra. Grandes montes de terra. E eles sempre alcançam.
Pratiquei mais alguns milhões de "sinto muito" no espelho.
Mas então as coisas foram de "muito mal" para "muito normal", e tudo ficou ok.
E apenas não é real.
São os problemas trazidos pela vida.
Pensamentos sobre amor.
Eles imploram por uma polegada e pegam uma milha.
Nós todos viramos paródias de nós mesmos.
Se você olhasse dentro você veria artefatos que provariam que eu já me importei.
Há uma razão pela qual meu sorriso verdadeiro não aparece muito mais.
Há um nome pra isso.
Alguns corações vão se partir. E você pode apostar que nenhum deles é meu.

Tudo tinha um gosto de novo, fresco e puro.
E é incrível o número de pessoas que se identificam com o que eu escrevo.
Um aviso; meu amor é sobre um milhão de nascer-do-sol e só uma pessoa.
E, bem, é isso; no mundo do preto-e-branco, eu não me importo.
No mundo real, eu só não quero nada menos que amor extraordinário.

Durma bem.
amor.

Um comentário:

Anônimo disse...

Me passa o sal?